No preço fixo, o valor do kWh (eletricidade) ou do kWh de gás natural está definido no contrato e mantém-se durante o período acordado. Dá previsibilidade total na fatura, mas tem normalmente um prémio de risco: o comercializador cobra um pouco mais para se proteger das oscilações de mercado.
No preço indexado, o valor do kWh acompanha o mercado grossista (MIBEL para a eletricidade, MIBGAS/OMIP para o gás), atualizando-se mensal ou horariamente. Pode ser bastante mais barato em períodos de mercado baixo, mas expõe o cliente à volatilidade — como aconteceu em 2022 com a guerra na Ucrânia.
Regra prática: empresas com consumo elevado e capacidade de gestão tendem a beneficiar do indexado; quem precisa de orçamentar com rigor prefere o fixo.